Eu não sei se o que faço é certo, quase sempre minha consciência me diz que não, mas meu corpo invariavelmente continua no mesmo caminho!
Só acho que preciso aprender a mesclar as coisas, já que viver no meio termo não tem como já entendi...
Se não sei viver como qualquer pessoa comum, se não sei encarar as responsabilidades, respeitar ao menos os limites do meu corpo, que eu aprenda apenas a mesclar o descanso e o divertimento desenfreado. E que o tempo me ensine que a vida desenfreada acaba mais rápido.
Que eu aprenda a pesar o valor de viver 10 anos a 100 km/h ou viver 100 anos a 10 km/h!
E se alguém souber, por favor me diga.
Embora eu realmente pense que nessa questão, cada caso é uma verdade!
http://migre.me/4CTrH - Pessoas felizes vivem menos!
E qual é a graça de viver se não se pode ser feliz?
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terça-feira, 24 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Gosto de Ser Cruel
Kid Abelha
Composição : George Israel / Paula TollerE de te ofender
De me machucar
Mas não de te esquecer
Sou capaz de chorar
Ser ridícula até não agüentar
Posso bater com a cabeça na parede
Posso fingir que não sou inteligente
Posso pensar em vingança e traição
Eu gosto de ser cruel
Pra chamar sua atenção
Eu faço o que você quiser
Pra agradar seu coração
Fantasias
Kid Abelha
Composição : Paula Toller/ George IsraelJá nos imaginamos de tantas maneiras
Em tantos lugares
Com tantas pessoas
E no entanto estamos só nós dois
Inventando histórias pra nos divertir
Será que isso é o bastante
Ou é apenas ou primeiro passo?
Agora eu tou sozinha no banheiro
Fechando tampas de remédio
Imaginando situaçãoes
Imaginando, imaginando
Será que isso é o bastante
Ou é apenas o primeiro passo?
Fantasias
Já estivemos juntos em tantos lugares
Difíceis de se imaginar
E no entanto eu só queria
Nós dois, uma cama e nada mais
Em tantos lugares
Com tantas pessoas
E no entanto estamos só nós dois
Inventando histórias pra nos divertir
Será que isso é o bastante
Ou é apenas ou primeiro passo?
Agora eu tou sozinha no banheiro
Fechando tampas de remédio
Imaginando situaçãoes
Imaginando, imaginando
Será que isso é o bastante
Ou é apenas o primeiro passo?
Fantasias
Já estivemos juntos em tantos lugares
Difíceis de se imaginar
E no entanto eu só queria
Nós dois, uma cama e nada mais
Confesso entretanto que sou incapaz
De anunciar assim o que eu sinto
Prefiro esperar sozinha por você
Pois só você entende o que eu digo
Não pense que é covardia
É apenas timidez
Só me serve a sua companhia
Eu sei que eu poderia estar vivendo um romance
Escrevendo a cada dia uma página da minha futura biografia
E até que poderia também tentar um suicídio
E assim saciar a sede de sangue da humanidade
Confesso entretanto que sou incapaz
De exibir assim minhas marcas nos jornais
Prefiro deixar o tempo passar
Quebrando uns pratos até você chega
http://youtu.be/0zHMsUy_9EU
De anunciar assim o que eu sinto
Prefiro esperar sozinha por você
Pois só você entende o que eu digo
Não pense que é covardia
É apenas timidez
Só me serve a sua companhia
Eu sei que eu poderia estar vivendo um romance
Escrevendo a cada dia uma página da minha futura biografia
E até que poderia também tentar um suicídio
E assim saciar a sede de sangue da humanidade
Confesso entretanto que sou incapaz
De exibir assim minhas marcas nos jornais
Prefiro deixar o tempo passar
Quebrando uns pratos até você chega
http://youtu.be/0zHMsUy_9EU
sábado, 7 de maio de 2011
Dia das MÃES
-A mensagem abaixo será lida logo mais no famoso "almoço de dia das mães" aqui em casa, e trata muito da saudade que todos nós sentimos do meu tio que faleceu há três meses, que morava conosco e fazia parte da rotina de cada um. Tudo isso que dizer mais sobre a união da família e de como aproveitar mais o tempo que nós temos com as pessoas que amamos. Se sincero; dizer "eu te amo", nunca é demais, e agir como quem ama é ainda mais grandioso!
Eu só tenho uma mãe, só tenho uma vó e uma madrinha!
E sei o quanto as amo, o quanto as quero perto de mim!!!
Hoje, estamos descobrindo juntos a falta que alguem pode fazer, a vontade dizer algo que, por isso ou aquilo, acabamos não dizendo, aquele abraço que ficou faltando, o eu te amo que ficou esperando a “hora certa”. Uma discussão que poderia ter sido evitada, uma resposta atravessada que poderia ter sido engolida. Nada disso muda o amor que sentimos, mas nem sempre a chance continua existindo...
Mas vale ressaltar que o mais importante é demonstrar, demonstrar sempre. Dizer o que sente, abraçar, desejar felicidades, pedir todos os dias a proteção divina. Afinal não saber o dia de amanhã não deve ser um motivo para o medo, mas um estimulo para fazer a coisa certa!
Eu não encontro palavras para agradecer tudo o que aprendi com vocês, sempre tão próximas, tão acessíveis, tão presentes. Vocês três são o meu modelo de mulher, meu exemplo de garra. São tudo o que eu sei, tudo o que eu sou!
Quando tudo me pareceu obscuro, foi no colo da minha mãe que eu chorei, ouvindo e sentindo as orações da minha vó e o carinho da minha tia.
Quando eu tenho uma decisão importante pra tomar, a primeira pessoa que eu corro para contar é minha mãe, a formação da minha opinião depende da dela... Logo depois minha tia e minha vó que vão sempre me ajudar a ponderar os prós e os contras de cada escolha.
Não tem como não dizer que o meu caminho não foi desenhado pelas mãos de vocês três, mais pela mão da minha mãe, claro, que além de trilhá-lo seguiu por muito tempo segurando as minhas mãos e me alertando do que estaria por vir... e esse tempo não acabou!
E mesmo conhecendo um vasto vocabulário, capaz de conversar com tantas pessoas importantes, talvez para passar por inúmeros momentos em que “o dizer” pode ser tudo, quando eu olho para vocês, e sinto todo esse amor, esse zelo... me faltam palavras! E isso é a mais pura forma de amor.
Eu não tenho mais nada a dizer, a não ser, que eu as amo. Nem muito, nem pouco... é imensurável.
Feliz Dia das Mães!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Bullying - Até que ponto podemos chegar?
Você sabe o que é bullying?
Sabe aquelas brincadeiras que fazem todos rirem?
E nem nos damos conta que alguém está triste demais para rir também?
ISSO É BULLYING!
Sabe o valentão da sua escola?
Aquela colega que bate e machuca sem dó alguma esmagando os sentimentos como se fossem formiguinhas?
ISSO É BULLYING!!!
O que não sabemos, ou por conveniência ou por inconsequência, é que isso pode deixar marcas extremamente dolorosas na vida de uma pessoa!
Cyber Bullying ou Bullying Virtual não é menos agravante; é só mais uma maneira de perseguir e atormentar suas vítimas até mesmo em seus lares.
Acho que a consciência é primordial!
Todas as crianças, adolescentes e jovens já puderam observar isso em alguma situação, talvez tantas vezes que essa situação tenha se tornado corriqueira, e é aí que mora o problema!
Não é só porque há pouco tempo a TV exibiu inúmeras cenas chocantes sobre o assunto que a conscietização se fez tão importante; é uma questão de sensibilidade, de responsabilidade social! Se você vir essa situação em seu colégio, não pense duas vezes, se não gostaria que fosse com você, ajude! Leve o caso à coordenação, converse, faça parte.
Nós, os jovens de hoje em dia, estamos tão acostumados e condicionados a reclamar sempre, de tudo. Olhe só para o seu dia de hoje... Não vou te perguntar quantas vezes você se queixou de algo, você não saberia me responder! Só pense um pouco no tempo que perdemos reclamando e não agindo? Vamos agir, vamos repensar nossos atos! É necessário fazer, realizar!
Realizar é tão bom porque sentir-se realizado (a) é a melhor sensação!
Faça PARTE!!!
Sabe aquelas brincadeiras que fazem todos rirem?
E nem nos damos conta que alguém está triste demais para rir também?
ISSO É BULLYING!
Sabe o valentão da sua escola?
Aquela colega que bate e machuca sem dó alguma esmagando os sentimentos como se fossem formiguinhas?
ISSO É BULLYING!!!
O que não sabemos, ou por conveniência ou por inconsequência, é que isso pode deixar marcas extremamente dolorosas na vida de uma pessoa!
Cyber Bullying ou Bullying Virtual não é menos agravante; é só mais uma maneira de perseguir e atormentar suas vítimas até mesmo em seus lares.
Acho que a consciência é primordial!
Todas as crianças, adolescentes e jovens já puderam observar isso em alguma situação, talvez tantas vezes que essa situação tenha se tornado corriqueira, e é aí que mora o problema!
Não é só porque há pouco tempo a TV exibiu inúmeras cenas chocantes sobre o assunto que a conscietização se fez tão importante; é uma questão de sensibilidade, de responsabilidade social! Se você vir essa situação em seu colégio, não pense duas vezes, se não gostaria que fosse com você, ajude! Leve o caso à coordenação, converse, faça parte.
Nós, os jovens de hoje em dia, estamos tão acostumados e condicionados a reclamar sempre, de tudo. Olhe só para o seu dia de hoje... Não vou te perguntar quantas vezes você se queixou de algo, você não saberia me responder! Só pense um pouco no tempo que perdemos reclamando e não agindo? Vamos agir, vamos repensar nossos atos! É necessário fazer, realizar!
Realizar é tão bom porque sentir-se realizado (a) é a melhor sensação!
Faça PARTE!!!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
As coisas lá atrás
Morei durante 17 anos com meus pais, minha avó e minha tia. Eles são tudo de mais precioso que eu tenho. E eu devo ser a primeira resposta delas diante da mesma pergunta.
Esse tipo de coisa eu só consegui dizer depois de alguns tombos, muitas brigas, muitos encontros mas principalmente despedidas!
Eu tive uma infância que teve tudo pra ser pacata, numa cidade pequena, pouquíssimos habitantes, morei em um sítio maravilhoso, cheio de paz, de um céu azul de dia e, quase sempre, muito estrelado nas noites frias.
Não, não, eu não tive uma infância calma, eu não sei o real significado dessa palavra também. OLHAA, começamos as definições... Como não sei dizer ao certo o que sou, digo o que não sou. Calma! Nunca fui, as vezes me esforcei para parecer, mas nunca fui!
Quando bebê eu fui do tipo que chorava, não por fome ou sono; simplesmente chorava. O Mundo veio até mim, mas eu acho que não estava tão preparada para as aventuras da vida.
Eu cresci rodeada de primos, que vira e mexe iam nos visitar no sítio, aprontávamos de tudo, e quando eu digo TUDO; não me substime! Eu não quero colocar a culpa neles, não, eu assumo, rs, a maior parte dos "erros" foram meus. Eu sempre queria subir no galho mais alto da árvore, sempre queria ter o esconderijo inimaginável, quis nadar na parte mais funda. Eu sempre quis me entregar por completo.
A tal cidade pequena só serviu para ser o endereço das contas, rs, eu nunca parei naquele lugar, pra mim o sítio sempre foi uma esfera superior que reequilibra meu espírito, que me traz paz, mas a ciiidade!?
Fui estudar em outra cidade bem pequena, com um pouco mais de 5 anos.
Lá fiz muitos, amigos... Estudei na mesma escola por 8 anos! Cresci naquele lugar. E nunca me enquadrei, eu assumo. Tudo o que eu via, em suma, era patricinhas preocupadas com ter ou não ter a melhor lancheira, mais tarde a melhor roupa, o sapato mais caro ou o celular mais bonito. Isso realmente me irritava! Mas eu me sentia completa por ter uma amiga, curiosamente da mesma cidade, que também ia e vinha todos os dias comigo. E lá com meus 12, 13 anos, resolvi que queria mudar de escola, ir para um lugar mais light, conhecer pessoas novas, recomeçar.
Parece claro que a tal amiga foi comigo, rs. Sim, ela foi! Ou eu fui com ela, já nem sei mais. E que importância tem os meios, nesse caso?
A escola era exatamente como eu imaginava e lá eu fui crescendo, observando a vida das pessoas, acabei percebendo um universo muito mais abrangente do que eu imaginava, que nem tudo poderia ser previsto por mim, que as pessoas eram muito mais complexas e diferentes do que eu estava a conhecer, não eram todas iguais!
E a partir de então, só me aproveitei disso! Conhecer as pessoas é muito importante, ir a fundo na essência delas, interagir, desvendar! E sem um pingo de dúvidas, aproveitar o que há de melhor em cada uma!!!
Mudei de escola mais uma vez, para um colégio bem mais conteúdista, corretos, firmes em suas escolhas, muito mais inteligentes mesmo! Era uma outra classe social, e para mim; nada mais que um universo novinho em folha para eu explorar.
Conheci pessoas completamente diferentes de tudo o que eu imaginava, adolescentes que não davam a menor importância para coisas em que minha vida se baseava, maaaaaais uma vez! Assumo que me senti fora do meu mundo, mas não por muito tempo, logo depois eu me inseri nesse mundo. Também preciso assumir que eu não deixei certos hábitos para trás, e muito deles eram fraquezas e percamenecem até hoje, mais na vida adulta que na vida de adolescente fútil que eu vivi e curti!
Bom, acho que com essa historinha ilustrativa já dá pra ter um pouco de noção de quem eu sou, o que eu gosto e o que eu quero.
Por hoje ficamos por aqui; afinal, minha intenção não era escrever um livro e sim um blog!
Esse tipo de coisa eu só consegui dizer depois de alguns tombos, muitas brigas, muitos encontros mas principalmente despedidas!
Eu tive uma infância que teve tudo pra ser pacata, numa cidade pequena, pouquíssimos habitantes, morei em um sítio maravilhoso, cheio de paz, de um céu azul de dia e, quase sempre, muito estrelado nas noites frias.
Não, não, eu não tive uma infância calma, eu não sei o real significado dessa palavra também. OLHAA, começamos as definições... Como não sei dizer ao certo o que sou, digo o que não sou. Calma! Nunca fui, as vezes me esforcei para parecer, mas nunca fui!
Quando bebê eu fui do tipo que chorava, não por fome ou sono; simplesmente chorava. O Mundo veio até mim, mas eu acho que não estava tão preparada para as aventuras da vida.
Eu cresci rodeada de primos, que vira e mexe iam nos visitar no sítio, aprontávamos de tudo, e quando eu digo TUDO; não me substime! Eu não quero colocar a culpa neles, não, eu assumo, rs, a maior parte dos "erros" foram meus. Eu sempre queria subir no galho mais alto da árvore, sempre queria ter o esconderijo inimaginável, quis nadar na parte mais funda. Eu sempre quis me entregar por completo.
A tal cidade pequena só serviu para ser o endereço das contas, rs, eu nunca parei naquele lugar, pra mim o sítio sempre foi uma esfera superior que reequilibra meu espírito, que me traz paz, mas a ciiidade!?
Fui estudar em outra cidade bem pequena, com um pouco mais de 5 anos.
Lá fiz muitos, amigos... Estudei na mesma escola por 8 anos! Cresci naquele lugar. E nunca me enquadrei, eu assumo. Tudo o que eu via, em suma, era patricinhas preocupadas com ter ou não ter a melhor lancheira, mais tarde a melhor roupa, o sapato mais caro ou o celular mais bonito. Isso realmente me irritava! Mas eu me sentia completa por ter uma amiga, curiosamente da mesma cidade, que também ia e vinha todos os dias comigo. E lá com meus 12, 13 anos, resolvi que queria mudar de escola, ir para um lugar mais light, conhecer pessoas novas, recomeçar.
Parece claro que a tal amiga foi comigo, rs. Sim, ela foi! Ou eu fui com ela, já nem sei mais. E que importância tem os meios, nesse caso?
A escola era exatamente como eu imaginava e lá eu fui crescendo, observando a vida das pessoas, acabei percebendo um universo muito mais abrangente do que eu imaginava, que nem tudo poderia ser previsto por mim, que as pessoas eram muito mais complexas e diferentes do que eu estava a conhecer, não eram todas iguais!
E a partir de então, só me aproveitei disso! Conhecer as pessoas é muito importante, ir a fundo na essência delas, interagir, desvendar! E sem um pingo de dúvidas, aproveitar o que há de melhor em cada uma!!!
Mudei de escola mais uma vez, para um colégio bem mais conteúdista, corretos, firmes em suas escolhas, muito mais inteligentes mesmo! Era uma outra classe social, e para mim; nada mais que um universo novinho em folha para eu explorar.
Conheci pessoas completamente diferentes de tudo o que eu imaginava, adolescentes que não davam a menor importância para coisas em que minha vida se baseava, maaaaaais uma vez! Assumo que me senti fora do meu mundo, mas não por muito tempo, logo depois eu me inseri nesse mundo. Também preciso assumir que eu não deixei certos hábitos para trás, e muito deles eram fraquezas e percamenecem até hoje, mais na vida adulta que na vida de adolescente fútil que eu vivi e curti!
Bom, acho que com essa historinha ilustrativa já dá pra ter um pouco de noção de quem eu sou, o que eu gosto e o que eu quero.
Por hoje ficamos por aqui; afinal, minha intenção não era escrever um livro e sim um blog!
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